Fazendo bolachinhas!

Uma das coisas que mais me fazem feliz é poder encontrar um tempinho para fazer bolachinhas com as crianças!

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Quando comecei a fazer, como não tinha forminhas, acabei esterelizando e usando as forminhas de massinha – que acreditem, funcionam da mesma forma.

O mais legal é você se permitir passar este tempo com seu filho. Por isso, antes mesmo de iniciar alguma brincadeira, eu sempre me certifico de que estarei só com ela…sem pensar nas roupas para passar, na louça da pia e nos mais trezentos pensamentos que passam na nossa cabeça de mãe! rsrsrsrs

Difícil, mas possível quando vamos treinando!

A brincadeira fica mais divertida se você permitir ao seu filho organizar o local com você. Desde a escolha dos ingredientes, a organização da cozinha (mesa limpa, avental, lavar as mãos) e até uma música para tornar este momento mais agradável e feliz.

Bom, vamos lá então! Mãos na massa!!

INGREDIENTES

  • 3 colheres (de sopa) de açúcar
  • 2 colheres (de sopa) de manteiga
  • 9 colheres (de sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (de sobremesa) de fermento para bolo
  • 1 ovo
  • 3 colheres de achocolatado ou cacau em pó

Misture os ingredientes até parecer uma massinha. Se precisar, coloque mais farinha. Estique na mesa e é só fazer as formas!

É muito divertido pois você pode improvisar na receita ou então substituir algum ingrediente que você precise.

OBS: controle-se e deixe as bolachinhas do jeitinho que eles fizerem. É o trabalho deles, hein?

Bom tempo de brincar!

E o que você gosta de fazer com as crianças na cozinha?

 

 

Será que meu bebê precisa brincar sozinho?

Sim! A resposta é simples, mas profunda.

No início da minha carreira como professora, eu tinha em mente de que quando fosse mãe, estaria 100% ao lado dos meus filhos, incentivando-os das mais diferentes formas.  Com o tempo, estudos na área da infância e crescimento pessoal e profissional, meus olhos foram abrindo para alguns aspectos.

Pikler_International_babies (Imagem de: http://pikler.nl)

1º.) O bebê não precisa de estímulo o tempo todo.

Muitas vezes erramos ao querer estimular e interagir a todo momento com eles. No começo, com minha primeira filha eu chegava a me culpar por não ter aproveitado o dia todo ao lado dela.

E sabe o que isso significa? Que podemos deixar a culpa de lado e deixar que ele por si só comece a encontrar os objetos de sua preferência para seguir com os olhos, que com tranquilidade encontre suas mãozinhas e as explore pouco a pouco.

2º) Neste tempo, podemos observar as grandes conquistas que ele faz.

Indico, para quem quiser conhecer um pouco mais desta abordagem, ler sobre Emmi Pikler, é muito válido e me ajudou muito.

É dela este pensamento:

“Por uma questão de princípios, nos abstemos de ensinar habilidades e atividades em que, sob condições apropriadas, envolverão a própria iniciativa da criança e sua atividade independente.

Enquanto aprende a contorcer o abdomen, rolar, rastejar, sentar, ficar de pé e andar, (o bebê) não apenas está aprendendo aqueles movimentos como também o seu modo de aprendizado. Ele aprende a fazer algo por si próprio, aprende a ser interessado, a tentar, experimentar. Ele aprende a superar dificuldades. Ele passa a conhecer a alegria e a satisfação derivadas desse sucesso, o resultado de sua paciência e persistência.”

Lembrem-se: os bebês são sujeitos competentes. Não vamos subestimá-los!

3º) Nunca coloque o seu filho em uma posição que ele não consiga se sustentar – achando que está incentivando-o a controlar o seu corpo.

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Vocês já pensaram o sentimento de frustração que um bebê tem quando é colocado em uma posição que ele não consegue sustentar?

O corpo do bebê precisa de tempo para se firmar e conseguir se movimentar.

Com a minha primeira filha, eu senti muito isso. Deixei o corpinho dela, no momento dela se desenvolver. Não forcei nenhuma posição, mas estimulei-a com brinquedos um pouco mais longe de suas mãos, etc.

Senti muita pressão dos amigos com perguntas do tipo: “ela ainda não engatinha?”, “nossa, olha aquela outra criança mais nova andando já.  Acho que você precisa fazer alguma coisa!”.

Eu fazer alguma coisa?

A natureza é totalmente sábia e cada criança tem o seu próprio ritmo!

Já com a minha segunda filha, com 4 meses ela já começou a virar de bruços, não porque eu interferi, mas porque o corpinho dela já está preparado.

Por isso esta dica é: respeite o tempo do seu filho! Você verá mais para frente como ele será mais seguro em seus movimentos e dinâmico.

4º.) Para o bebê se desenvolver ele precisa de 3 coisas:

– Liberdade de movimento: jamais colocar as crianças posicionadas de modo que não possam se dedicar a si mesmas. Desta forma, deixando elas se movimentarem por si mesmas, teremos como resultado crianças com mais equilíbrio, coordenação e senso de competência;

– Brincadeiras espontâneas: utilizar matérias simples, como tecidos, brinquedos que possam pegar, chacoalhar, etc. Deixar a criança escolher com o que quer brincar;

– Rotinas de cuidados: focar na interação mãe/bebê ou cuidadores/bebê de forma que eles se sintam seguros em seu ambiente.

 

E depois de tudo isso, sabemos que é muito importante o bebê descobrir, interagir com o mundo, conquistar novos movimentos sozinho e com a nossa supervisão.

A natureza é maravilhosa e sabe o que faz!

E você, que tipo de brincadeira faz com seu filho ou crianças da família para estimulá los?

 

 

 

Piquenique em casa!

Aqui em casa adoramos passar o dia no parque com um belo piquenique. Mas e quando faz frio? O jeito foi fazer o nosso piquenique em casa!

Olhem só a diversão!

As crianças adoram participar: eles podem fazer os cartazes, encher bexigas e preparar com muito carinho algumas comidinhas para fazer parte deste momento. A única regra é soltar a imaginação!

Uma das maneiras de entretê-los é entrar no mundo deles e se divertir junto!

Vejam abaixo algumas fotos desta brincadeira delícia que foi feita aqui em casa:

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Com pequenas coisas e materiais que você encontra em casa, você pode transformar pequenos momentos em grandes.

O que acharam?

Até o próximo post!

Sou mãe que vira criança!

Sou mãe que vira criança cada vez que sinto seus bracinhos se enrolarem em meu pescoço.

Viro criança cada vez que conto uma história e vejo seus olhinhos transbordando de animação…

Viro criança quando vejo você me procurando quando se machucou ou quando quer um colinho..

Viro criança e transbordo de alegria quando escuto de manhãzinha sua voz me chamando.

Viro criança quando brincamos e inventamos mil e uma coisas juntas!

Viro criança quando escuto: “a gente se ama, né mãe?” e mesmo quando o silêncio prevalece…pois vejo como você, tão pequena me admira e me quer por perto!

Me transformo por você no melhor que eu posso ser: do meu jeito!

E o meu jeito de ser mãe não é perfeito

Viro criança e choro quando percebo que tem feridas que não poderei curar…

Me dói saber que em alguns momentos não poderei segurar a sua mão…

Quando brigo com você, seguro meu choro e depois ele escorre pelo meu rosto e eu fico pensando: o que eu poderia ter feito melhor?

Pareço uma criança que vive intensamente estas emoções…

Quero sempre estar ao seu lado, segurando sua mão.

Quero sempre ir até o seu quarto e dizer para você o quanto eu te amo e o quanto minha vida mudou.

Mesmo cansada, eu quero que saiba que eu não faria nada diferente e que cada momento que eu passo com você é único e especial.

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E quando chega no final do dia e vejo você dormindo tranquilamente, a minha vontade é pegar você mais uma vez no colo, te abraçar bem apertado e fazer o máximo para estas cenas ficarem gravadas na memória…

Rezando para que no dia seguinte, eu seja uma mãe melhor…o melhor que eu possa ser!

Mingau morninho

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Os bebês e as crianças pequenas estão aprendendo o tempo todo – isso é natural deles! Você já parou para pensar em quantas oportunidades de aprendizagem eles estão envolvidos diariamente?

Eles aprendem tanto com os adultos por perto quanto quando estão sozinhos – nos momentos em que nem nos damos conta- visto a correria do dia a dia.

Em uma tentativa de agarrar um objeto, misturar cores, ao observar os objetos da casa, etc. E é só observar um pouco que perceberemos!

O nosso trabalho, como pais e professores, é organizar um espaço para que as crianças explorem e brinquem sem a nossa intervenção a todo momento.

Esta atividade as crianças simplesmente amam! Pois para elas,  o contato com diferentes materiais possibilita o desenvolvimento da criatividade.

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A experiência pode ser incrementada com potinhos de diferentes tamanhos, colheres, barbantes, papéis de diferentes texturas, etc.

Por ser feita com produtos comestíveis, também não há problema se os baixinhos resolverem experimentá-las! E pelas cores dá até vontade!

Mas fique de olho nos ingredientes, caso seu filho tenha alguma alergia a algum dos componentes.

Uma dica legal é preparar o ambiente com uma música suave e em local que possa ser explorado sem limites….e sem preocupação com sujeira.

Anotem aí a receita:

– Amido de milho;

– Corante alimentício;

– Água;

Não coloquei as quantidades, pois você pode querer fazer mais ou menos.  Mas quando eu faço eu uso 4 copos de água e 1  ½ xícara de amido de milho. Coloco na panela e deixo na textura que eu quiser (prefiro deixar mais parecido com tinta). Depois separo em potes pequenos e coloco os corantes.

Quando estiver morninho é só entregar para a criançada e se deliciar com o processo criativo deles!

Qual o jeito certo de brincar?

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Existe um jeito certo de brincar?

Vou te contar uma pequena história que aconteceu comigo.

Certo dia, enquanto estava no parque com a minha filha, fiquei observando o jeito em que muitos momentos eu estimulava e conduzia as brincadeiras. Em um certo momento, a minha filha começou a subir o escorregador “do jeito errado” e eu fui rapidamente me preparando para dizer: “-filha, não é assim! O jeito certo é subir pela escada!”

Mas no mesmo momento eu respirei (rsrsrsrs), me segurei (foi um pouco difícil) e observei. Ela rapidamente, mostrando o desenvolvimento do seu corpinho, subiu pela rampa e desceu as escadas. E eu pensei, de onde você tirou “jeito certo e jeito errado?”.

Nesta parada de ação, apenas observando percebi que pude deixa-la criar mais experiências para o brinquedo tão comum em parquinhos, certo? E se eu quiser brincar de cabana embaixo dele? E se ele for a minha nave que me conduzirá para o espaço? E se ele for a minha casinha? Uau! Infinitas possibilidades!

E comecei a pensar em quantos momentos na vida das nossas crianças, não somos levados pela impulsão de cortar estes momentos. Impulsão sim! Pois fomos criados e ensinados deste jeito: de que há apenas um jeito certo e apenas uma possibilidade. E a vida nos mostra no dia a dia as infinitas possibilidades para a mesma coisa!!

Tomei como exemplo o escorregador, mas isso vale para cada instante. Não estou dizendo para deixarmos a vidinha deles virar um “oba-oba”, até porque eles precisam de limites e olhares atentos de um adulto, mas que estejamos mais abertos para deixa-los experimentar e testar suas possibilidades!

Como afirma Anna Marie Holm:

“As crianças não deveriam ser preparadas para um tipo determinado de vida; deveriam sim, receber ilimitadas oportunidades de crescimento. Aprendendo que uma tarefa pode ter várias soluções, adquirimos força e coragem. (…)

É importante que nós próprios sejamos bons em tomar a iniciativa, inventar, ter coragem, energia, ter a mente aberta para experimentar, para investigar, para estar no desconhecido”.

E isso vale quando pegamos um brinquedo novo e vamos logo falando para as crianças: “- olhe, este é assim que brinca” – e é neste momento que cortamos os fios da imaginação…

Engraçado como muitas crianças são “formadas” a sempre pedir informações sobre o que fazer… “O que é pra fazer com isso?”, ” pode fazer assim?”…
Poxa, assim podamos pouco a pouco o ser criança, o construir e o descobrir por si mesmo que é muito melhor do que seguir caminhos prontos e dados!
Vamos fazer diferente?

Não existe um jeito certo de brincar, porque a brincadeira vai além da racionalidade. Quando as crianças brincam, elas estão criando infinitas possibilidades de ser e existir. Nós temos que entrar no mundo delas e não trazê-las ao nosso!

E esta é nossa proposta: “Virando criança” ou então voltando a ser criança, de um jeito único e especial!

Como as crianças brasileiras brincam?

Uma pesquisa revela que as crianças brasileiras brincam pouco – e que os pais não ajudam a mudar esse quadro.

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As crianças brasileiras não brincam o bastante. Esse é o cenário revelado pelo maior e mais minucioso levantamento já feito no Brasil sobre o hábito de brincar de meninos e meninas entre 6 e 12 anos. Encomendada pela multinacional Unilever e conduzida pelo Instituto Ipsos, a pesquisa foi feita em 77 cidades – um universo que representa 31,5 milhões de pais e 24,3 milhões de crianças. O resultado é preocupante porque dedicar pouco tempo aos jogos pode comprometer o desenvolvimento infantil. Brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene. Como definiu Brian Sutton-Smith, um dos principais educadores dos Estados Unidos: “O contrário de brincadeira não é trabalho. É depressão”. Crianças que brincam mais se tornam jovens e adultos melhores. Os jogos e divertimentos (civilizados, é claro) estimulam a inteligência, ensinam valores, colocam a criança em contato com suas habilidades e dificuldades, despertam a imaginação e a criatividade e aliviam tensões.

Uma conjunção de fatores ajuda a explicar por que as brincadeiras se tornaram escassas na vida das crianças. O primeiro deles é que, desde muito cedo, elas se tornam dependentes de televisão, vídeos e computadores. Não se trata de condenar esses passatempos. O errado é passar muito tempo diante de tais aparelhos. Os meninos e meninas brasileiros são os que mais vêem televisão em todo o mundo. Isso lhes consome, em média, três horas e meia por dia. É muito tempo. “Ver televisão não é brincar”, disse a VEJA a psicóloga Ann Marie Guilmette, professora da Brock University, do Canadá. A passividade dos pequenos diante de um aparelho de TV não substitui os estímulos de um jogo de tabuleiro ou de um esconde-esconde. No entanto, um dos dados mais surpreendentes da pesquisa é o fato de que, para 97% das crianças brasileiras, ver televisão, DVD ou vídeos é sinônimo de brincadeira – e essa é a favorita delas.

Outro hábito que tem roubado o tempo de diversão das crianças é a preocupação excessiva dos pais com o futuro profissional de seus filhos. O tempo livre delas agora é ocupado com cursos de línguas, balé, esportes e computação, entre outros. Um em cada três pais ouvidos na pesquisa acha que as crianças devem se preparar para a concorrência profissional futura desde cedo e 84% concordam que, para estarem preparadas para a vida, as crianças devem brincar menos e estudar mais. Com isso tudo, os jogos tendem a ficar restritos ao período em que as crianças estão na escola. No ambiente escolar, porém, a brincadeira é organizada e monitorada por adultos, que determinam o repertório dos jogos e ditam as regras. “O efeito disso é que, quando essas crianças têm a oportunidade de brincar sozinhas, elas simplesmente não conseguem. Faltam-lhes criatividade e imaginação”, afirma Ann Marie.

Nas últimas duas décadas, depois de uma série de pesquisas, ficou claro para os estudiosos do desenvolvimento infantil que relações familiares sólidas têm um peso preponderante na formação de profissionais de sucesso. E elas implicam que os pais também brinquem com seus filhos. Por meio dessas brincadeiras conjuntas, as crianças assimilam melhor o respeito às regras e a necessidade de ter paciência e persistência na perseguição de objetivos. Além disso, os jogos compartilhados fortalecem os vínculos afetivos. O levantamento da Unilever mostra que o que acontece nas famílias brasileiras é justamente o oposto: as crianças brincam pouco com seus pais. “Brincar não é um atributo genético. Brincar é uma atividade que se aprende”, diz o educador Celso Antunes, autor de mais de quarenta livros sobre educação. O papel dos pais nesse processo é fundamental. Em especial, nos primeiros anos de vida da criança. É essencial que eles a ensinem a brincar, proporcionando não só os brinquedos, como também se dispondo a indicar como funcionam. Mas há um limite na participação dos adultos nos jogos infantis, alertam os educadores. Os pais devem brincar com seus filhos – mas não pelos seus filhos. Pai ao estilo animador de bufê infantil acaba tirando a espontaneidade da criança (e é também um embaraço, convenhamos).

Evidentemente, não dá para querer voltar ao passado, quando a família dispunha de tempo e disposição para passar horas e horas ao redor de um tabuleiro de War, Banco Imobiliário ou Detetive. A vida ficou mais corrida e pais e filhos já não se reúnem tanto. Nos últimos vinte anos, o número de jantares e férias em família caiu 33% e 28%, respectivamente, de acordo com um levantamento americano. Esses índices podem ser estendidos à realidade brasileira, segundo os especialistas. Nada disso, no entanto, deve servir de desculpa para não brincar com os filhos. Para o educador Celso Antunes, quinze minutos por dia são suficientes: “Desde que esse seja um tempo planejado, desejado e feito com o mesmo empenho com que se caminha na esteira da academia de ginástica”. O triste é que brincar com os filhos é fonte de prazer para apenas 14% dos pais.

A brincadeira precisa ser prazerosa e variada para ter qualidade. Os pesquisadores do Instituto Ipsos criaram o “Índice Brincar” para avaliar a qualidade das brincadeiras, levando em conta o tipo de atividade e o tempo gasto com ela. De acordo com esse índice, 39% das crianças brasileiras não brincam como poderiam. “Porque brincam pouco, nossas crianças estão desperdiçando boa parte de sua infância, o que é muito triste”, diz a psicopedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e consultora da pesquisa. Portanto, tire seu filho da frente da televisão, pegue a bola e desça até a quadra do prédio. Lembre-se: com você, bastam quinze minutos por dia.

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Por:Veja

Vamos permitir os momentos de brincadeira?

Desenvolvendo virtudes (continuação post da Páscoa) :)

Pessoal, voltei!!

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Como podemos ajudar nossos filhos a desenvolver seus aspectos positivos? O nosso papel de educadores (pai, mãe, família, professores) é fundamental!

Queria começar este post com esta pequena definição de educar:

“ fazer florescer na criança suas virtudes e potenciais, criando laços de amor profundo.”

Lindo, não é?

Olhem como o nosso papel na vida dos nossos filhos é primordial! No dia a dia podemos conduzir as crianças a viver de maneira harmoniosa e feliz, através de experiências que podemos propor para que os aspectos positivos prevaleçam em seu caráter.

E aprendi muitas coisas valiosas nestes anos em que estive em sala de aula. Pessoas mágicas e estimuladoras me incentivaram a ser melhor e a querer fazer isso por meus alunos. Hoje tenho muita sorte de poder fazer isso pelas minhas filhas.

E o que me deixa mais alegre é poder dividir com vocês o que aprendi!! Pois acredito muito que quando nos modificamos, mudamos o nosso entorno e coisas boas são para serem divididos!

Então vamos lá!!

POSSO DESENVOLVER VIRTUDES NO MEU FILHO?

Claro que pode! E podemos ser as grandes incentivadoras! Mas vamos explicando tudo direitinho:

A ideia é a de que o coelhinho, passe algumas semanas antes da páscoa em sua casa e deixe no ninho da criança uma virtude. Mas vejamos:  a minha filha está em uma fase em que não tem muita paciência para esperar sua vez de falar, ou quer tudo na hora.

E adivinhem qual a virtude que o coelho trará?

Isso! PACIÊNCIA!

INTERVALO

Durante as semanas que antecedem a páscoa, ela será incentivada a lembrar de ser mais paciente e desta forma, estaremos ensinando, de forma lúdica e prazerosa que precisamos nos controlar e esperar a nossa vez.

Agora, se o seu filho tem medo, você pode lhe enviar CORAGEM. Se é agitado, pode enviar TRANQUILIDADE e assim por diante.

Lembre-se de explicar as coisas com um vocabulário simples e que a criança entenda. Isso é fundamental!

Confesso que eu aproveito muito estes momentos para pensar em uma virtude para mim também. Pois a sempre que procuramos nos melhorar, evoluímos e damos um passo adiante. E somos o exemplo para os nossos filhos, por isso – vamos aceitar o desafio?

Abaixo a foto da minha filha encontrando a palavrinha do coelho!

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Obs: Coloquei também um vasinho com uma flor. A ideia é crescer uma flor a cada momento que ela demonstrar que está se esforçando para ser mais paciente, escutar o papai e a mamãe, etc. Quando o vasinho dela estiver bem florido, o coelhinho deixará uma surpresa! :)

 

Espero que tenham gostado!

 

Páscoa!

Olá pessoal!

Tem coisa mais gostosa do que aproveitar as datas comemorativas e colocar a mão na massa junto com os nossos pequenos?

Que tal aproveitar a Páscoa, que está chegando e passar um tempo gostoso com o seu filho?

Eu me lembro muito da minha infância, quando fazia a minha cestinha junto com minha família e esperava ansiosamente o coelhinho passar por lá! Ah, e os esconderijos então, sempre pensados!

Por isso, quero dividir com vocês, como está a preparação aqui em casa e com isso quero incentivar o florescimento de novas virtudes na minha pequena.

Até os 7 anos de idade, a criança está no que chamamos IDADE DOS CONTOS. Por isso, comecei falando para a minha filha que o coelhinho estava querendo entrar na nossa casa, mas ele não encontrou nenhum ninho…

Ela logo foi falando: – Vamos fazer um bem macio, mamãe?

E começamos a produção!

Começamos com o material que achamos em casa – isto é o mais importante. Para fazermos coisas com eles, não precisamos gastar- é só usar a criatividade!

Uma coisa que eu acho muito importante comentar aqui, é que precisamos deixar a criança criar e explorar os materiais do jeitinho que ela quiser. A aprendizagem começa assim: tentativas, erros, sentidos, trocas, então deixe o seu pequeno se sujar e explorar!

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A minha filha ADORA pintar as mãos e sentir a tinta. E passou um tempo, ela logo foi se sujando! E nestas horas sempre lembro: dá para lavar depois…rsrsrs

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Para fazer este ninho, ela pintou uma caixa de sapato e picou papel dentro para ficar bem macio. Depois pintou 4 pratinhos que usamos de base para fazer os coelhos. As orelhas, ela mesma cortou: umas mais pequenas e outras maiores. SEGUREM-SE neste momento, porque temos vontade de colocar a mão na massa e “arrumar” as orelhas ou as pinturas….mas lembrem-se que não é a nossa cestinha! Hihihihihihihi

Ela pediu para eu desenhar as carinhas do coelho porque ela queria “pintar bem colorido”.

A cestinha ficou assim:

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No próximo post vou falar como que o coelhinho trará uma virtude para ela e como podemos trabalhar isso com crianças tão pequenas!

Espero que tenham gostado!!

Nascendo uma ideia!

Olá pessoal!!

Sejam bem vindos ao meu blog!

Confesso que estou muito feliz, pois estou fazendo uma coisa que eu realmente amo, que é estar com as minhas filhas e o melhor: poder dividir com vocês ideias e dicas super legais que faço com elas.

Sei que muitas vezes não temos tempo suficiente para encontrar coisas diferentes e formas de estar com os nossos filhos e por este motivo resolvi fazer este blog. Aqui reunirei textos interessantes, dicas e ideias de coisas legais para fazer – e nós sabemos que sempre encontramos um tempinho para elas!

Mas primeiro, quero que vocês me conheçam um pouquinho mais: há 13 anos trabalho com Educação Infantil (que dúvida rsrsrsrs) e nesta minha caminhada encontrei, estudei e apliquei muitas coisas legais e sempre pensava comigo: quando tiver meus filhos quero fazer isso por eles também.

Conheci grandes educadores (que falarei sobre isso em posts futuros) que mudaram a minha visão da infância. E isso fez uma grande diferença. Por isso o blog COM elas e PARA elas…sim! São elas que importam e com elas aprendemos muito mais.

Vamos juntos encontrar novas formas de estar com nossos filhos?