Arquivo mensais:agosto 2015

Como lidar com a culpa?!

A questão do tempo é algo que volte e meia me pego pensando. Não sobre o meu tempo em si…mas como as coisas passam rápido e parece que nunca aproveitei o suficiente, ou então, que não fiz o meu melhor.

Cabeça de mãe, não é? Se faz, parabéns…se não, vem a bendita culpa.

Culpa por ter escolhido outro caminho, culpa pelas crianças ficarem doentes, culpa por ter me atrasado para pegá-la na escola, culpa por ter brigado…culpa e culpa. Já ouvi muitas mães falando; que quando nasce uma mãe, nasce a culpa.

sentimento-de-culpa

Afinal, queremos sempre acertar e escolher o melhor. Agora não somos responsáveis só por nós mesmos, mas também por outras vidas. Vidas que amamos incondicionalmente!

E por esse motivo, fui procurar mais sobre a culpa. Vocês sabem o que signifca?

Culpa se refere à responsabilidade dada à pessoa por um ato que provocou prejuízo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outrem. O processo de identificação e atribuição de culpa pode se dar no plano subjetivo, intersubjetivo e objetivo.

No sentido subjetivo, a culpa é um sentimento que se apresenta à consciência quando o sujeito avalia seus atos de forma negativa, sentindo-se responsável por falhas, erros e imperfeições.

E a maneira que eu lido com isso, e que tem me feito bem, por isso quero dividir com vocês é a seguinte:

1) Nossas escolhas (em qualquer área da vida) tem 50% de chances de dar certo e 50% de dar errado. Então, se acalme! Respire e repense suas decisões quando achar necessário;

2) Estamos aprendendo a ser mães. E não há manual ou qualquer outro registro que nos dite como devemos ser! E por que agimos como se fôssemos fazer um teste para a maternidade?

A dica é: siga seu coração. Independentemente da situação, mães tem um dom maravilhoso, que é o de pensar com o coração e sentir com a mente.

Então, relaxe e se escute! Você saberá o melhor a fazer!

3)Aprender com os erros.

Errou? Vigia e tenta não cometer mais esses erros.

Eu faço isso o tempo inteiro. Não acertamos sempre, muito pelo contrário, erramos, mas vamos tentar aprender com eles?

E bem hoje, quando me pego pensando nestas questões da vida de mãe, me aparece essa frase:

“Por que é tão difícil ter um tempo para mim?

Um tempo para ser, em vez de tempo para fazer.

E com frequência o que é urgente abre seu caminho à força e ocupa a dianteira do meu dia, e o que é importante acaba esmagado na correria…” (autor desconhecido)

calma (1)

Desejo, à você, tempo para apreciar o que verdadeiramente importa e fazer da sua vida e das crianças à sua volta, o movimento contrário: de desaceleração do relógio de suas vidas.

Brinquem!

Riam!

E sejam felizes, no melhor que possam ser!